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Relator defere efeito suspensivo a integrantes do Corinthians
01/12/2023 18h30 | STJD

Divulgação / Site STJD
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Relator sorteado para acompanhar o processo do Corinthians no Pleno, o auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva concedeu o pedido de efeito suspensivo solicitado pelo jurídico do clube. A decisão foi comunicada nesta sexta, dia 1 º de dezembro, e deixa o gerente Alessandro Nunes, o presidente Duilio Monteiro, o atleta Bruno Cittadini e os seguranças do clube liberados para exercerem suas funções até o julgamento do processo em última instância.

Entenda o caso:

O Corinthians teve três baixas no Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol por infrações na partida contra o Grêmio. Julgados nesta quarta, 29 de novembro, o gerente de futebol Alessandro Nunes foi suspenso no total de 60 dias e multado em R$ 10 mil por tentar invadir a sala do var e por ofender a arbitragem, enquanto o presidente Duilio Monteiro suspenso por 15 dias e multado em R$ 10 mil por ofender a arbitragem. Expulso em campo, Bruno Cittadini foi suspenso por dois jogos por jogada violenta. Também expulso e enquadrado por jogada violenta, o Grêmio teve o atleta Bruno Alves punido com uma partida de suspensão. Após a decisão o clube entrou com recurso pedindo efeito suspensivo e o pedido foi acolhido pelo relator do processo.

Confira abaixo o despacho na íntegra:

“Segundo consta dos autos, durante partida realizada pelo Campeonato Brasileiro série A 2023, entre o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e Sport Club Corinthians, partida essa realizada no dia 12 de novembro pp., na Arena Grêmio em Porto Alegre (RS) pela 34ª. rodada do mencionado campeonato, aos 7 minutos do primeiro tempo o atleta BRUNO MENDEZ CITTADINI foi expulso com cartão vermelho direto depois de dar uma entrada violenta com a sola de sua chuteira em adversário. Já os senhores ALESSANDRO MORI NUNES, gerente de futebol, DUÍLIO MONTEIRO ALVES, presidente, RICARDO PEREIRA DA SILVA, CARLOS RIBEIRO SILVA, WILSON PEDROBELLI NONATO e DENILSON GRILLO, esses últimos seguranças e todos pertencentes ao clube alvinegro paulista, todos, em comum acordo, durante o intervalo da partida que era realizada, tentaram invadir a sala de arbitragem e posteriormente a sala do sistema VAR (Video Assistant Referee também conhecido como videoárbitro, videoarbitragem ou árbitro de vídeo) proferindo ainda ofensas ao quarteto de arbitragem, fatos esses que os levaram a ser denunciados por diversas infrações disciplinares e posteriormente condenados a penas variadas de suspensões e pecuniárias, e o atleta Bruno condenado a suspensão de duas partidas.

Sem adentrar o mérito dos fatos, mas diante do requerido pela defesa, convencido da verossimilhança das alegações do recorrente e do provável prejuízo irreparável ou de difícil reparação, CONCEDO, nos termos do art. 147-A, o efeito suspensivo pleiteado com relação às suspensões do atleta, dirigentes e seguranças, bem como se impõe a concessão do efeito suspensivo em relação às multas (art. 147-B II) afeiçoando-se tal previsão a um regular direito dos apenados, caso desses autos.

Determino, ainda, que o presente Recurso seja encaminhado à Procuradoria Geral, a fim de que sejam tomadas as providências previstas no §2º do artigo 138-C do CBJD”, escreveu o relator.


As informações de cunho jornalístico produzidas pela Assessoria de Imprensa do STJD não produzem efeito legal.